Fase Final - Preparativos

Status atual: [ Últimos preparativos para a apresentação em grupo. ]

É isso aí, estamos chegando no fim da pesquisa. Confesso que não me empolgo muito com a idéia de parar algo que me fez acumular tanto conhecimento, quem sabe ainda convenço o grupo a manter o blog depois de apresentarmos o seminário no Mackenzie.

Essa postagem é apenas pra documentar esse momento em que o ritmo de trabalho será modificado. A partir de agora qualquer nova postagem terá um foco mais na apresentação final do que no acumulo de informações novas.

Ainda buscamos algumas conclusões para assuntos levantados e isso é claro, mostra que continuamos engajados.

No blog postamos nossa lista de referências, algo maravilhoso que decidimos fazer no grupo, afinal não há nada como a troca de informações. Consegui aprender muito e adquiri um novo repertório que sem dúvida é o maior benefício de toda essa experiência.

Aos que se aventuraram lendo as postagens deste blog deixo os agradecimentos em nome do grupo.

Sinceramente,

Robson Santos

Design como instrumento de imposição de idéias !

Na noite do dia 19 de abril, assisti à dois programas do canal Discovery Home & Health que me fizeram questionar uma série de pontos importantes sobre Design. O Primeiro deles é o "Design Divino" e o segundo é o “Esquadrão da Moda”.

O programa “Design Divino” mostra a designer profissional Candice Olson e sua equipe transformando espaços comuns em ambientes revigorados e contemporâneos (pelo menos essa é a descrição do programa pelo canal).

No episódio que acompanhei, Candice estava reformando o interior de um escritório de Advogados. Para tal, trocou várias mobílias de lugar, trocou materiais, tecidos, etc., colocou uma série de cortinas nas janelas, acrescentou novas luminárias, melhorando o sistema de iluminação, e assim por diante...

No final, o novo ambiente foi descrito como muito mais sofisticado, elegante e confortável. Então me perguntei: Mas porque ele está mais sofisticado, elegante e confortável ? O que é um ambiente elegante ? Seria um lugar onde se vê que foi gasto um respeitável investimento na decoração? Quero deixar essas questões em aberto, pois agora farei uma ligação com o segundo programa, o tal “Esquadrão da Moda”, para então tentar concluir alguma coisa e abrir um espaço de discussão sobre o assunto.

O programa “Esquadrão da Moda” mostra os “novos gurus da moda” Stacy London e Clinton Kelly em sua missão de transformar patinhas feias em elegantes cisnes (descrição do canal sobre o programa). Na verdade, eles pegam uma moça, criticam arduamente todas as roupas que ela tem no guarda-roupa, chamando de antiquada, ultrapassada, patético, horroroso e por ai vai, também criticam o corte de cabelo, a maquiagem (enfim, o visual todo da coitada). Então eles explicam vários erros cometidos pela moça, mostram modelos de roupas que eles aprovam e no final a pessoa está com outras roupas, outro corte de cabelo, outro visual, dito por eles muito mais bonito e elegante.

No episódio em que assisti, a vítima foi uma moça de uns 27 anos, dona de um canal de televisão a cabo, que pouco se preocupava com as roupas que vestia. Acordava atrasada, se arrumava em meia hora e saia, comprava várias roupas em lojas de 1,99 e por ai vai. Ela possuía um estilo largado, que incomodava muito Stacy e Clinton. No final ela estava usando roupas mais caras, mudou o corte de cabelo, enfim, não parecia mais a mesma moça largada de antes.

Com o fim do programa logo veio um desconforto com relação as coisas que tinha ouvido e visto. Senti-me bombardeado por uma ideologia que queria mostrar como é se vestir bem, como é ser elegante, como é a beleza, a felicidade que isso traz, etc. Acho que a troca das roupas que a moça usava para ir trabalhar pode ter sido positiva, pois querendo ou não ela tem que mostrar certo prestígio para melhores relações com funcionários e melhor visão dos investidores e clientes sobre ela. É aquela boa e velha “máscara” que colocamos, escondendo o que realmente somos e mostrando somente o que queremos que as pessoas vejam e no caso dos negócios isso pode ser bastante útil, ainda mais no modelo de como as coisas funcionam em nossa sociedade.

E foi ai que me veio um pensamento de como design age na sociedade. Existe uma maneira de se vestir determinada por algo ou alguém que faz com que a sociedade veja tal roupa como a de alguém importante ou até mesmo “elegante”. E o instrumento dessa imposição de pensamento é o Design. E isso também vale para o design de interiores, que diz se esse material ou aquele é ultrapassado, ou sofisticado, simplesmente seguindo as tais”tendências da moda”. Achei interessante a forma como o design age nesse caso. Fez-me lembrar algumas conversas que já tive ou ouvi sobre afirmações como “os publicitários tem que enganar os consumidores e fazer com que a pessoa precise comprar o produto para realizar sua vida”. Partindo disso alguém talvez possa dizer: O design é o responsável por fazer com que esse produto seja “necessário na vida de uma pessoa” ou “o design belo nada mais é do que algo imposto por alguém como algo belo e a sociedade acaba consumindo essa idéia ”. Com relação a crítica as roupas largadas, achei um absurdo, pois essas mostravam muito mais sobre a moça. não respeitaram nem um pouco a personalidade e ideologia da mulher, e a transformaram em uma “boneca” da última moda. Acredito muito que o jeito que uma pessoa se veste e se arruma (seu cabelo e acessórios) mostra muito sobre quem ela é, sobre como pensa, como age e como sente. Se ela não é vaidosa na maneira de se vestir, ela não tem obrigação de mostrar o contrário. Sinceramente achava a moça mais bela e interessante antes da transformação.

A relação que faço com os dois programas é que ambos falam sobre o design “elegante, divino, sofisticado, belo,etc.”Mas que como disse antes, me parece algo imposto por uma tendência (vinda não sei de onde) em dizer as pessoas que isso é bonito e aquilo é feio. Isto devemos usar e aquilo não devemos usar. Por isso chego a conclusão de que a estética em design é algo um tanto questionável e que portanto a real contribuição do design está no aumento de funcionalidade dos objetos, pois isso sim da pra dizer na prática que melhora a vida das pessoas.

Observações finais:
Toquei em assuntos bastante delicados, sei que algumas partes podem ter ficado confusas e talvez com explicação ruim pois sinceramente não escrevo muito bem. Estou escrevendo esse artigo pois quero compartilhar com interessados as questões abordadas, para podermos desenvolver melhor nosso pensamento e evoluir em nossa pesquisa sobre o Que é design hoje e seus desdobramentos. E agora, gostaria que criticassem minhas idéias e opiniões, deixando seus comentários.

Análise, crítica e repertório no Design Contemporâneo

A frase "O amanhã já chegou" combina tão bem com comerciais e campanhas publicitárias vinculados à produtos e serviços "tecnologicamente avançados", que nem sempre observamos que há nela certa veracidade implícita (ou explícita, isso depende do ponto de vista de quem analisa, algo que falaremos a seguir).
Vamos pular toda a conversa sobre revolução industrial e aproveitar o clichê apresentado para direcionar nossa atenção para um ponto que servirá de bússola mesmo para o mais leigo dos desavisados que se aventurarem a ler este artigo: A sociedade atual, pós-moderna ou contemporânea, se articula de uma forma cada vez mais rápida, inconsistente. Essa será a tônica de nosso discurso: relações inconsistentes e "personalidades coletivas" cada vez menos sólidas.
Hoje é comum deixarmos de prestar atenção no que há à nossa volta, mas grande parte daquilo que vemos, utilizamos e modificamos foi "pensado" por alguém. Toda a informação que consumimos é antes de mais nada, fruto de algum projeto que envolve planos, profissionais e, é claro, decisões.
Quando dizemos que tudo há nossa volta foi pensado e projetado é óbvio que fazemos uma referência à profissão em questão: O Design. Pense no Designer como um profissional que constantemente toma decisões, observa o mundo em busca de informações, decodifica informações em busca de resultados e obviamente gera opiniões sobre fatos e objetos que estejam sob o espectro de sua profissão que sem dúvida é uma das mais abrangentes que podemos encontrar hoje.
Como profissional o designer tem por obrigação observar as variáveis que compõem o ambiente de produção para só então conceber o que muitas vezes chamamos de conceito.
Não há como criar algo sem antes ANALISAR a problemática apresentada, logo, todo designer tem de saber analisar e decodificar informações. Essa Análise será essencial, pois partindo da premissa de que o design busca facilitar o cotidiano criando soluções que unam estética e funcionalidade num determinado conceito, este deverá estar apto a definir o que será bom ou não, o que será viável ou não e o que será legítimo socialmente falando.

"Soluções criadas para um simples contexto sem planejamento e análise tendem a ser efêmeras e de pouca aceitação, o designer pode e deve buscar sustentação para aquilo que cria, do contrário o conceito apresentado será naturalmente rejeitado pelo público"


Até aqui seguimos uma linha de raciocínio simples, baseando-se apenas na definição do design e do designer como profissional em relação ao seu meio de atuação, porém, chegou o momento de observar o designer de uma ótica um pouco diferenciada e não tão comum: Como um crítico que além de exercer o design como profissão, terá de AVALIAR a efetividade de tudo aquilo que já dissemos, e não só em seus próprios projetos. O designer que não estiver habituado e observar e entender o mundo à sua volta, que não souber criticar seus próprios trabalhos, sem dúvida estará fadado a uma carreira sem grandes feitos, sua personalidade não poderá se firmar.
A crítica aqui descrita não se refere ao simples ato de falar bem ou mal para se impor como "aquele que entende", mais do que isso, a crítica deve ser um canal de desenvolvimento, avaliação e reafirmação daquilo que é produzido.

Na prática do design muitos fatores serão importantes e alguns só descobriremos depois de um longo período de investigação, mas apesar do caráter inicial dessa pesquisa já é possível afirmar que além das características abordadas nos parágrafos anteriores, qualquer designer deve ter acima de tudo um bom repertório, do contrário corremos o risco de ver imitações se multiplicando, e isso sem citar os trabalhos medíocres e sem o mínimo de sustentação. O repertório irá se estabelecer naturalmente se o designer atentar para o desenvolvimento das características que já foram abordadas aqui, além de outras é claro.
O design, visto como exercício contínuo exige uma atenção reforçada, pois mesmo que se apresente uma solução para uma determinada problemática, esta deverá ser posta à prova, daí entendemos a abrangência dessa profissão. Não basta fazer algo e aguardar para ver se essa solução será bem a aceita, e por outro lado é impossível querer prever o que acontecerá no futuro, é preciso planejar, observar, analisar e avaliar situações, objetos, idéia e até mesmo pessoas.

Autor: Robson Santos
Revisão: Leonardo Sang
Referência: DWD2 - Luli Radfahrer

Calçando...

Para algumas pessoas, calçar um tênis pode parecer muito simples. Uma parte do vestuário que está em seus pés e será pouco percebido pelas pessoas. Mas muitas pessoas, e cada vez mais, encaram os calçados como algo muito sério, o tênis faz parte do que o indivíduo é, shoe-enthusiasts. O design dos calçados, em especial, dos tênis, têm crescido em variedade e função. Um site que mostra muito bem isso é o NiceKicks.com, um site em inglês muito legal. Tênis para todos os gostos, todas as situações. Eles não são apenas uma proteção para os pés, são peças de Design puro, os tênis possuem informações precisas que fazem toda a diferença, possuem história, passado, muitos até são produzidos em números limitados e sob encomenda.


Tênis da Adidas tematizada em Star Wars.

Star Wars x Adidas Super Star Consortium “Yoda”

Star Wars x Adidas Super Star Consortium “Darth Vader”



Tênis da Converse baseados no Brasil e na Jamaica.


Design do dia-a-dia

Se prestarmos atenção ao ambiente que nos cerca, os locais por onde passamos, nos deparamos com diversos estímulos, muitas vezes não explícitos em nosso dia-a-dia, que podem auxiliar em nosso processo criativo. O design está por todos os lados, sejam nas texturas, nos grafismos, composições.
Tirei estas fotos em minha andanças pela cidade, em um dia chuvoso cheio de guarda-chuvas pelo caminho, uma ida ao mercado, um percurso pela Avenida Paulista..




os grafismos do guarda-chuva e da antena...




o linear de uma folha, em contraponto com o orgânico de um guarda-chuva em movimento...




as cores, curvas e linhas dos chinelos...




a produção em série, as cores...



os módulos, a repetição nas ruas...

Pesquisa de Campo

Dados do Entrevistado

Nome: Sílvia Maria Voss Rodrigues

Profissão: Web designer / Arquiteta de Informação

Idade: 25

email: xuvisca@gmail.com


Questionário

1 - O que você entende por design na atualidade?


O designer cria coisas que serão utilizadas por pessoas que tenham alguma necessidade específica. Para mim, não existe design sem uma finalidade. Dada essa finalidade dentro de um contexto, é função do designer construir os meios para atingi-la, seja ela uma mensagem a ser comunicada, um produto a ser desenvolvido ou um conceito a ser criado.


2 - Sobre o design nas diversas formas de produção defina:
Qual das 3 áreas de conhecimento seguintes melhor define a natureza primeira do design?

[2] - industrial
[3] - artística
[1] - intelectual


(Numere de acordo com a importância.)


3 - Cite algum valor ou característica que se mostrem presentes no design.


Solução de problemas e comunicação.

4 - Você acha que o design, enquanto profissão, é algo bem definido? Justifique.


Sim. Acho que, apesar das diversas áreas em que um designer pode atuar, o princípio da profissão é bem definido, que seria exercer as funções descritas na resposta da questão 1. Porém, por ser uma área de atuação bem ampla, acaba sendo exercida, também, por profissionais de outras áreas, como publicitários e artistas plásticos, cujas profissões têm alguns conhecimentos em comum com o design. O problema é quando esses conhecimentos em comum não são suficientes.

5 - O design pode ser visto atualmente como algo multidisciplinar? Explique sua resposta.


Sim. O design desenvolve soluções para diversas áreas. Na maioria das vezes um trabalho que envolve design envolve também outras disciplinas, por isso é bom que o designer tenha noções de todas as áreas que fazem parte de, ou podem afetar, seu projeto. Ao desenhar um layout para um conteúdo, por exemplo, o designer está interagindo com o trabalho de um redator ou editor, ao desenhar um website, o designer deve saber como ele será produzido etc.



A entrevistada aproveita para opiniar a respeito da relação entre artes e design:


Sou formada em Artes plásticas e Desenho Industrial e para mim as duas coisas são bem diferentes. Acho que as principais diferenças podem ser expostas nas questões: Quando um designer é necessário? Quando um artista plástico é necessário?

A sociedade pode precisar de arte, assim como as pessoas precisam de cultura, questionamentos, atividades intelectuais e entretenimento. Porém em que situação alguém precisaria contratar um artista plástico? É difícil imaginar alguém que precise de um serviço de um artista sem antes conhecer o seu trabalho.

Um artista desenvolve seu trabalho independente da necessidade de alguém vê-lo ou tê-lo. Eu gosto de artes plásticas, eu gostaria de ter ou ver uma obra de arte, mas eu não preciso de uma obra de arte. Um artista desenvolve sua arte, seu discurso e, caso eu me identifique, eu irei consumir intelectualmente sua obra. O contrário não acontece, um artista plástico não irá desenvolver sua obra de acordo com as minhas necessidades intelectuais.

Porém, se eu tenho um grupo de informações que eu preciso divulgar, se eu preciso desenvolver uma interface facilmente utilizável, se eu preciso de um objeto que se adapte melhor visualmente e ergonomicamente ao um ambiente, então eu preciso, direta ou indiretamente, do trabalho de um designer.

Pode ser que em certos casos essas fronteiras não fiquem bem definidas ou sejam até ultrapassadas, mas isso também não é nenhum crime. Pode ser que um designer faça experimentos visuais, por exemplo, ou um artista adapte seu trabalho ao gosto do mercado. Porém o que importa não é o nome dado a um trabalho e uma profissão e sim a competência do profissional para fazer algo bem feito.



Entrevistador: Liane Tiemi Iwahashi

Meio utilizado:
internet

Data: 07 /04 /08

Design Gráfico Cambiante

No contexto da aula passada, em que enfatizamos o design de hoje como algo sempre em transição, sempre em ciclos e sempre se reciclando, vou postar aqui um trecho de um texto extraído do livro "Design Gráfico Cambiante" (Rudnei Kopp) que atesta o que dissemos.

"Adjetivos como flexivel, transitório, fugidio, cambiante. liquefeito, fragmentado, entre tantos, têm servido para qualificar o tempo contemporâneo. O design gráfico reflete tudo isso como sua história recente demonstra. Sua condição num meio de caminho entre a indústria, a tecnologia, a arte, acultura, o consumo e o público faz esse campo ser um espelho das transformações nas esferas, atualmente, mais sensíveis da sociedade. Se até nossa identidade cultural é cambiante, sem um lastro crível como se acreditava até poucas décadas (ou anos), não representa uma surpresa tão grande percebermos que a indústria tem uma produção flexibilizada, pronta para se reprogramar facilmente, ou ainda, que os tão conhecidos projetos gráficos fixos não simbolizem mais a quintessência do design gráfico."

Objetos de Desejo

Surge a indústria, não há mais lugar para os artesãos, que têm sua produção controlada por eles mesmos desde o conceito até a venda de seu produto.

Apesar de o designer ter dons artísticos, demonstrar ou expressar sua criatividade artística e suas inspirações, essas são metas de segundo plano, para o designer o é importante vender e lucrar. Não é o humor ou o sentimento do autor que criará um novo conceito de design, isso não quer dizer que estas coisas não são influenciadoras, mas as mudanças no mundo do Design são dadas por outros motivos. Outras pessoas dizem que o Design se desenvolve por um processo evolutivo, onde as características presentes são filtradas a cada dia e o que se descobre obsoleto ou pouco funcional é substituído nos próximos modelos para aperfeiçoar o produto, mas os Objetos não têm matéria genética, o Design também não muda por causa de seus produtos. Quem desenvolve o Design são as pessoas e as indústrias, a maneira que as pessoas se relacionam com o comércio moderno, entretanto o "contexto social" não é justificativa para o Design.

O Design influencia e é influenciado na sociedade, os filmes, a TV, as propagandas, são ferramentas de imaginação para as pessoas. Enxerga-se uma sociedade idealizada dentro desses veículos de comunicação, distante da realidade. Mas para que esses mitos possam parecer plausíveis, o Design demonstra seu potencial áudio, visual, sentimental, humano, que iram dar muito mais força para a imaginação do alvo.

Adrian Forty discute esses assuntos em seu livro, Objetos de Desejo : Design e Sociedade desde 1970. Um livro que se aprofunda bem na história do Design, uma explicação bem detalhada dos setores atuantes deste e possui uma leitura confortável.

Pesquisa de campo

Dados do entrevistado:

Nome: Fabio Espíndola

Profissão: Professor

Idade: 27

email: auladofabio@gmail.com



Questionário

1 - O que você entende por design na atualidade?

Design é uma ferramenta para melhorar a vida das pessoas

2 - Sobre o design nas diversas formas de produção defina:
Qual das 3 áreas de conhecimento seguintes melhor define a natureza primeira do design?

[2 ] - industrial
[3 ] - artística
[1 ] – intelectual

(Numere de acordo com a importância.)

Justificativa: O Design é uma atividade cujo objetivo é estabelecer qualidades no cotidiano do indivíduo, para isso o profissional deve pensar primeiro em dar soluções para os problemas das pessoas (intelectual), a produção vem logo em seguida (industrial) e por fim ao pensamento artístico.


3 - Cite algum valor ou característica que se mostrem presentes no design.

Projeto, conscientização e forma

4 - Você acha que o design, enquanto profissão, é algo bem definido? Justifique.

As pessoas não reconhecem o real valor do design, o profissional de design ainda é confundido como um operador de software.


5 - O design pode ser visto atualmente como algo multidisciplinar? Explique sua resposta.

O design é multidisciplinar, mas não é visto como tal! A imagem da “forma e função” ainda é muito forte, esse momento já passou hoje!

O design não serve apenas para desenvolver bons projetos, e sim um forte instrumento para que possamos mudar uma sociedade.



Dados do entrevistador:
Nome: Robson Santos
Meio utilizado: Internet
Data: 23/03/08

Pesquisa de campo

Dados do Entrevistado
Nome: Márcio José Ramos Gonzaga Júnior
Profissão: Web Designer
Idade: 18 anos
E-mail: marciogonzagajr@terra.com.br

Questionário
1 - O que você entende por design na atualidade?
R: É um meio que exige criatividade, raciocínio, utilizando meios para positivisar um determinado produto.

2 - Sobre o design nas diversas formas de produção defina:
Qual das 3 áreas de conhecimento seguintes melhor define a
natureza primeira do design?
[ 3 ] - industrial
[ 2 ] - artística
[ 1 ] - intelectual
(Numere de acordo com a importância.)

3 - Cite algum valor ou característica que se mostrem presentes no
design.
R: Criatividade

4 - Você acha que o design, enquanto profissão, é algo bem definido?
Justifique.
R: Sim, dependendo da área de atuação.

5 - O design pode ser visto atualmente como algo multidisciplinar?
Explique sua resposta.
R: Sim, pois busca idéia criativas e ao mesmo tempo uma forma pratica de passar as informações.

6 - O que você acha que será do design no futuro? (à longo prazo).
R: Sempre se renovando, buscando novas formas de comunicar e agradar seus receptores.


Entrevistador: Marcus
Meio utiizado: Internet
Data: 23/03/2008