Surge a indústria, não há mais lugar para os artesãos, que têm sua produção controlada por eles mesmos desde o conceito até a venda de seu produto.
Apesar de o designer ter dons artísticos, demonstrar ou expressar sua criatividade artística e suas inspirações, essas são metas de segundo plano, para o designer o é importante vender e lucrar. Não é o humor ou o sentimento do autor que criará um novo conceito de design, isso não quer dizer que estas coisas não são influenciadoras, mas as mudanças no mundo do Design são dadas por outros motivos. Outras pessoas dizem que o Design se desenvolve por um processo evolutivo, onde as características presentes são filtradas a cada dia e o que se descobre obsoleto ou pouco funcional é substituído nos próximos modelos para aperfeiçoar o produto, mas os Objetos não têm matéria genética, o Design também não muda por causa de seus produtos. Quem desenvolve o Design são as pessoas e as indústrias, a maneira que as pessoas se relacionam com o comércio moderno, entretanto o "contexto social" não é justificativa para o Design.
O Design influencia e é influenciado na sociedade, os filmes, a TV, as propagandas, são ferramentas de imaginação para as pessoas. Enxerga-se uma sociedade idealizada dentro desses veículos de comunicação, distante da realidade. Mas para que esses mitos possam parecer plausíveis, o Design demonstra seu potencial áudio, visual, sentimental, humano, que iram dar muito mais força para a imaginação do alvo.
Adrian Forty discute esses assuntos em seu livro, Objetos de Desejo : Design e Sociedade desde 1970. Um livro que se aprofunda bem na história do Design, uma explicação bem detalhada dos setores atuantes deste e possui uma leitura confortável.
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